
Eu sou como a garça triste
Que mora à beira do rio,
As orvalhadas da noite
Me fazem tremer de frio.
Me fazem tremer de frio
Como os juncos da lagoa;
Feliz da araponga errante
Que é livre, que livre voa.
Que é livre, que livre voa
*trecho do poema de Castro Alves

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. Vazia!...por fora e por d...
. Gritar ... apetece-me!!!!...